Serviço de Abordagem Social em Nova Venécia acompanha pessoas em situação de rua e andarilhos

Ao todo 15 pessoas estão sendo monitoradas pela equipe do CREAS.

O Centro de Referência Especializada em Assistência Social (CREAS) em Nova Venécia realiza diariamente o Serviço de Abordagem Social com a finalidade de assegurar atendimento especializado para apoio, orientação e acompanhamento para andarilhos e pessoas em situação de rua.

Durante a semana é realizado uma ronda nos principais bairros da cidade, que tem por objetivo localizar os moradores de rua e identificar suas necessidades imediatas, como a retirada de novos documentos, encaminhamentos para serviços da saúde e assistência, passagem para cidade de origem e outras orientações. “Temos em nossa base cadastral cerca de 15 pessoas sendo acompanhadas pela nossa equipe de abordagem. A Assistência Social por meio do CREAS busca dar assistência não só as pessoas, mas também suas famílias. Buscamos monitorar os locais onde esses andarilhos e/ou pessoas em situação de rua se encontram para dar apoio, cuidando da saúde e da ordem pública tanto para eles quanto para os cidadãos que transitam pelos locais”, disse Irani Tomé Vieira, assistente do Serviço de Abordagem Social.

Esse serviço é constituído por um vinculo entre CREAS e sua equipe técnica, junto com a rede de serviços socioassistenciais da proteção social básica e especial e com o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar, Organizações de Defesa de Direitos Humanos e demais políticas públicas, no intuito de estruturar uma rede efetiva de proteção social.

“Pedimos para população, para as pessoas do comércio, e familiares que em qualquer dúvida possa entrar em contato com nosso setor para esclarecimento, tirar dúvidas, dar a assistência e nos ajude a fiscalizar juntamente com os órgãos parceiros. Estamos também buscando formalizar reuniões em busca de oficializar uma força-tarefa específica e permanente da municipalidade, envolvendo assistentes sociais, psicólogos, policiais sensíveis a esse quadro social, o próprio Judiciário, a Promotoria local, além da inciativa privada, para minimizar a situação dessas pessoas”, finaliza Irani.

A população em situação de rua é um grupo heterogêneo, mas que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares rompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular. Procuram os logradouros públicos (ruas, praças, jardins, canteiros) como espaço de moradia e sustento, por contingência temporária ou de forma permanente.

Para mais informações e sugestões, entre em contato com o CREAS pelo telefone 3752-9040.